Início Zona Norte Ex-vereador acusado de mandar matar a ex, vai a juri popular em...

Ex-vereador acusado de mandar matar a ex, vai a juri popular em Fernandópolis

O juiz da 1ª Vara Criminal de Fernandópolis, Arnaldo Luiz Zasso Valderrama , por meio de uma decisão, decidiu manter preso o agropecuarista de Olímpia, Celso Teixeira e, por pronúncia, condenou-o a ser julgado pelo júri popular em sessão do júri a ser marcada posteriormente.

Celso é suspeito de ser o mandante de uma tentativa de homicídio contra sua ex-esposa, Rosangela Cristina Freo, juntamente com outros três pessoas. O agricultor que é de Olímpia, em depoimento, alegou que não havia razões para matar a ex e que também não sabia se ela tinha desafetos. Que haviam separado em 2015 e que até pagava pensão de nove ou dez mil reais para a filha de ambos e que o comparsa chamado Rogério iria trabalhar de pedreiro para ele.

-- continua depois da publicidade --

O agropecuarista e os outros participantes foram enquadrados por tentativa de homicídio com várias agravantes e negou aos réus o direito de aguardar o julgamento em liberdade, pois permanecem incólumes os fundamentos da prisão preventiva.

O CASO

Segundo os autos da polícia, Rosangela teria ido mostrar uma casa para uma pessoa interessada no imóvel  (Rogério) do qual era proprietária e já dentro da residência teria sido agredida pelo indivíduo e entrado em luta corporal com ele. Após dar uma mordida na pessoa, esta teria saído correndo do local. A mulher teria ido atrás e encontrado o sujeito próximo de um carro preto, onde este teria pegado uma arma e disparado contra a caminhonete Hilux que a mulher estava dirigindo. Ferida, ela procurou ajuda em uma academia na avenida dos Arnaldos, mas visualizou uma viatura da polícia civil que passava pelo local, sendo socorrida até o Pronto Socorro da Santa Casa de Fernandópolis.

A ficha do ex-vereador

Rosangela seria ex-mulher do ex-vereador e agropecuarista Celso Teixeira. Na justiça de Fernandópolis, Celso já responde por um processo por posse ilegal de arma de fogo e em Olímpia, deverá responder por outro pelo mesmo crime, com a apreensão da arma em sua residência.

Teixeira, há quase 20 anos, teve seu mandato de vereador cassado por fornecer água de um poço artesiano de sua propriedade para a prefeitura, no distrito de Ribeiro dos Santos, recebendo R$ 100 por mês, sem o devido processo de licitação.

COMPARTILHE