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Com a Dengue em baixa, Fernandópolis se prepara encarar a proliferação de outra doença grave

A quantidade de casos de dengue em Fernandópolis continua baixa, os problemas envolvendo a leishmaniose aumentaram. Por isso Fernandópolis aumentou nos últimos meses os cuidados com relação à leishmaniose e tem realizado ações preventivas como palestras e capacitações com os profissionais da área de saúde e exames em animais nos bairros próximos à Vila Veneto, onde houve a primeira confirmação da doença em humano na cidade.

Os casos de leishmaniose começaram a surgir em Fernandópolis em 2015, quando uma pessoa teve a doença; em 2017 foram dois casos; em 2018 já há outras duas confirmações em humanos. Com relação aos cães, em 2017 foram realizados 1.448 exames, com 159 testes positivos e 103 deles confirmados; 75 animais precisaram ser eutanasiados.

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Em 2018 foram realizados 904 testes rápidos, com 117 resultados positivos, sendo 91 animais eutanasiados.

É importante destacar que a doença pode ser evitada com o uso de coleiras específicas nos cães e também com o cuidado adequado dos quintais, mantendo-o livre de folhas e frutos no chão e também evitando a criação de galinhas.

Além das visitas realizadas diariamente pelos agentes de controle de vetores com orientações aos moradores sobre a doença, a Prefeitura estuda ainda fazer a contratação do serviço de pulverização para as áreas onde o mosquito transmissor da doença foi encontrado.

“Este é um trabalho emergencial e demorado, quando a equipe de pulverização passar, os moradores precisam estar conscientes de que será necessário arrastar os móveis da casa para garantir a eficácia do produto utilizado. Serão atendidas sempre nove quadras em volta do local onde há casos positivos de leishmaniose, isso porque o mosquito transmissor não consegue ir muito longe sozinho. Nosso objetivo é proteger a população”, disse Fabiana Pietrobon Lavezo, coordenadora da Vigilância em Saúde de Fernandópolis.

 

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