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Após Censura Cultural na região, Movimento ganha força e apoio nas redes sociais

Vereadores, pastores evangélicos e um blog nomeado de “Direita Votuporanga” motivaram o prefeito Dado a cancelar a exposição Museu da Diversidade Sexual que já se encontrava em Votuporanga para montagem da exposição.

A mostra foi mandada de volta para São Paulo com todo o acervo que ficaria no Centro Cultural. Não demorou muito e surgiram muitas manifestações nas redes sociais em apoio, e contra a mostra “Todos Podem ser Frida”

SOU FRIDA MAS NÃO ME KHALO

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“Todos Podem ser Frida” é uma exposição lúdica e participativa, onde os visitantes têm a possibilidade de se caracterizarem com adereços representativos da artista mexicana, que se transformou em símbolo dos direitos humanos, principalmente na luta pela equidade entre mulheres e homens. Segundo a colunista Mariana Rocha do Diario de Votuporanga, em seu texto de repudio a ação censora:(…) A mostra apresentaria as obras de cunho educacional ao conhecimento da mundialmente renomada artista mexicana Frida Kahlo (sua vida e obra), através de produções fotográficas em suas múltiplas expressões sociais e sentimentais, SEM cunho ofensivo, desrespeitoso e, muito menos doutrinador, sexual e erótico(…).

MUSEU LAMENTA

No Facebook, o Museu da Diversidade Sexual lamentou o ocorrido e disse a mostra trata-se de “uma exposição lúdica e participativa, que se transformou em símbolo dos direitos humanos, principalmente na luta pela equidade entre mulheres e homens”. Sobre o conteúdo considerado inapropriado pela prefeitura, o museu informa que “a multiplicidade de imagens que compõem a exposição a partir das fotografias tiradas do público é uma celebração da diversidade humana, incluindo a visibilidade de pessoas com deficiência, diferentes raças e etnias, gêneros e identidades, com a intenção de incentivar uma cultura de paz e respeito pelas diferenças”.

PREFEITURA DIZ

Em nota divulgada no site, a prefeitura informa que “famílias, líderes religiosos e vereadores solicitaram que as imagens não fossem exibidas durante o evento. Os pedidos consideraram que o Fliv tem as crianças como público alvo e majoritário e que o Museu é um espaço aberto e entrada principal delas ao evento.”

CONTRA CENSURA

A Rede Panapanã foi um dos principais movimentos contrários ao ato censor do poder publico votuporanguense e pelas redes sociais conseguiu retratar um pouco do que a mostra traria, revelando apoiadores por todo o pais e ganhando as manchetes nacionais

 


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