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[DEPOIS DE 10 milhões desviados] Empresário preso envolvido em pilhagem na prefeitura não tem dinheiro para fiança

A operação Farra no Tesouro da Polícia Federal levou para a cadeia a ex-tesoureira da prefeitura, Érica Cristina, o ex-marido Beto, a irmã e o cunhado, juntos eles desviaram e aproveitam de aproximadamente R$ 10 milhões das contas públicas de Jales. Em nova decisão do ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF), foi concedida a ordem para suspender a prisão preventiva decretada em desfavor Roberto Santos Oliveira, o Beto.

Na última semana, a Justiça de Jales expediu o alvará de soltura de Beto, que já está em liberdade na cidade de Jales. Para isso foi determinado que para a sua liberação seja feito o pagamento de uma fiança no valor de R$ 100 mil em até 10 dias. O advogado Dr. Luiz Fernando de Paula, responsável pela defesa de Beto, alegou que o réu não tem a mínima possibilidade de possuir a quantia, tendo em vista principalmente que todos os seus bens estão bloqueados e buscará a redução dos valores. Dr. Luiz Fernando de Paula foi enfático:

“O ministro Gilmar Mendes acolheu o pedido da defesa e concedeu ao Beto a liberdade provisória condicionada, ou seja, substituída por algumas medidas cautelares, uma delas é o pagamento da fiança de R$ 100 mil, o Juiz de primeira instancia expediu o alvará de soltura e fixou o prazo de dez dias para providenciar, nos já adiantamos que não existe a mínima condição de pagamento e tem algumas medidas jurídicas que serão tomadas para resolver essa situação”.

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