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Será que Bandido bom é Bandido morto? Policial dá resposta definitiva sobre o assunto:

Seis em cada dez brasileiros disseram concordar com o teor da frase “bandido bom é bandido morto”, segundo pesquisa Datafolha feita a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgada nesta semana.

A crença na sentença é maior entre os mais velhos. Entre entrevistados de 60 anos ou mais, a concordância subiu para 61%, enquanto que entre mais jovens, de 16 a 24, a frase é verdadeira para 54%.

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MORTE TRAVESTIDA

O brasileiro é instrutor da S.W.A.T. e fez o alerta em meio a uma das melhores entrevistas da história do The Noite. Marcos do Val é instrutor da S.W.A.T. contra todo e qualquer preconceito que possa existir em relação a um brasileiro nessa função. Nas horas vogas, ele mantém uma página no Facebook que merece ser seguida por todos.

Recentemente, protagonizou uma das melhores entrevistas feitas por Danilo Gentili no The Noite. Nela, falou das dificuldades de se trabalhar em outros países, mostrou alguns exercícios e desabafou sobre a rotina policial brasileira. Em dado momento, chamou atenção uma fala dele que merece ser ouvida pela metade do Brasil que concorda que “bandido bom é bandido morto“:

Na conclusão da fala, Marcos do Val lembrou que é preciso a sociedade se concentrar nas melhorias e no cumprimento da lei, de forma a diminuir cada vez mais a sensação de impunidade que toma o Brasil de assalto.

“Precisamos de uma mobilização da sensibilização da opinião pública. O Brasil precisa entrar no século XXI em um modelo de desenvolvimento mais sustentável, pacífico e parece que isso ainda é desafio para a gente. Os números revelam uma população marcada pela violência como linguagem”

VIOLÊNCIA 

Violência policial. A pesquisa fez perguntas sobre a sensação de segurança da população, para a qual recebeu como resposta que, por exemplo, 76% tem medo de morrer assassinado e 64% acreditam que policiais são caçados pelo crime.

Por outro lado, 70% disseram acreditar que a polícia exagera na violência – porcentual que sobe para 75% entre jovens de 15 a 24 anos – e 59% tem medo de ser vítima de violência por parte da Polícia Militar; outros 53% demonstraram o mesmo sentimento de receio quanto a Polícia Civil.

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