Início Zona Sul Sem resposta, vereadores e agora a imprensa questionam: Oque acontece na Santa...

Sem resposta, vereadores e agora a imprensa questionam: Oque acontece na Santa Casa de Fernandópolis

A coluna Entrelinhas do Jornal O Extra de Fernandópolis destacou nesta semana um assunto já recorrente na cidade, retomado na Câmara através de requerimento dos vereadores Murilo Jacob Maiza Rio: a situação da Santa Casa de Fernandópolis

Questionados pela vereança a nova organização social que assumiu a irmandade ainda não respondeu nenhum dos questionamentos  -e isso há um mês atrás –  que motivou parte da Imprensa local a observar de perto o assunto.

-- continua depois da publicidade --

Confira a parte da coluna assinada pelo jornalista Beto Iquegami

Denúncia contra Santa Casa: tão infactível que não pode ser real

Denúncia contra Santa Casa: tão infactível que não pode ser real  A situação começa “a pegar” para a atual diretoria da Santa Casa. Conforme relatamos aqui na coluna passada, o prazo de trégua, subconscientemente concedido pelos cidadãos fernandopolenses se escoou nestes onze meses, sem qualquer alteração substancial que resultasse em qualidade aos pacientes.

Recentemente uma série de problemas começou a ser “desarquivada”. Não que sejam novidades e nem culpa da OSS de Andradina (atual gestora).

Ao contrário! São demandas reprimidas e que explodiram. Falta de autorizações para exames a conveniados do Iamspe; pressões por reajustes salariais por parte dos colaboradores; falta de transparência e possíveis alterações nos Estatutos questionados por Murilo Jacob e Maiza Rio; celebração de contratos com novos fornecedores, supostamente a preços maiores e de fora da cidade…   

E se não bastasse, advogada a acusa de fraude em  480 execuções trabalhistas  E eis aqui o tema que adjetivamos como “infactível”. De tão insonso, beira o amadorismo e que torna difícil acreditar que uma instituição, que administra outras sete congêneres, praticaria. Mas o certo é que a acusação emana da advogada trabalhista Majori Alves de Carvalho, responsável por cerca de 480 ações trabalhistas contra a entidade, já foi parar no Ministério Público do Trabalho. Ela relata que outro causídico teria coagido os reclamantes a assinarem documentos exonerando a Santa Casa de, na média, 90% dos valores sub judice.

O administrador Duílio Igor de Oliveira negou a irregularidade e afirmou que os acordos foram feitos pelos próprios funcionários através de assembleia. Quiçá realmente proceda a defesa da entidade, pois, se reconhecida for a procedência da denúncia, tornar-se-á imprescindível um rompimento sumário do contrato por parte da Prefeitura. Mesmo com auditoria e tudo mais!

Fonte:

 

COMPARTILHE