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Pontos cegos colocam motoristas de Fernandópolis em risco

“Sabe quando você motorista, para em uma esquina e tem que esticar o pescoço ou fazer uma pequena acrobacia para pode saber se pode cruzar a rua? Sim! Você acabou de cair em um ponto cego do tráfego e isso pode ser muito perigoso”. *Nota da redação

 

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Aproveitando os estudos e as mudanças aplicadas recentemente pela Superintendência de Trânsito de Fernandópolis, o vereador Murilo Jacob, pede informações sobre a existência de algum projeto ou quais providências tomadas pela Municipalidade com a finalidade de eliminar os “pontos cegos” existentes nos cruzamentos das vias públicas do município, por serem regiões das vias em que os veículos ficam escondidos, momentaneamente do campo de visão dos motoristas.

A ideia é que nessas esquinas e pontos, abram-se bolsões de estacionamento para motos, liberando a visão para motoristas e ampliando as vagas para os motoqueiros, principalmente na área central. Diversos pontos cegos já foram registrados pela nossa reportagem principalmente na região central da cidade. 

NOS 4Cantos da cidade o mesmo problema

Moradores e principalmente motoristas, que residem e trafegam pela marginal Luiz Brambatti devem encaminhar nas próximas semanas, à Câmara Municipal, uma denúncia sobre “pontos cegos” em toda a extensão da via, causado por carretas estacionadas em locais que dificultam a visão de quem segue pelo lado contrário.

Essas áreas de risco estão em torno de caminhões e carretas onde os acidentes são mais prováveis. Algumas dessas áreas de risco são os atuais pontos onde o veículo desaparece da visão de qualquer motorista por segundos. Tempo este que pode ser fatal numa via de acesso rápido como a em questão.

Procurados pela reportagem, proprietários de borracharias próximas a zona de risco não quiseram se pronunciar e nem disseram se possuem ou não qualquer tipo de autorização pela Secretaria de Trânsito para realizarem os serviços em parte da via.  O fato já foi ventilado noutras vezes ams nem a policia nem o departamento de trânsito notificaram os donos das carretas nem os profissionais que atuam as margens da via.

Moradores reforçam que qualquer medida para solucionar o problema só será tomada quando houver algum acidente ou morte registradas no prolongamento da marginal.

 

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