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RESISTIR, REAGIR E REORGANIZAR: Sincomerciários de Fernandópolis quer preparar trabalhadores para Reforma trabalhista

O 26º Congresso Sindical Comerciário, promovido pela Federação, sob o comando de Luis Carlos Motta garantiu a aprovação, por unanimidade, de seis deliberações que vão nortear as ações da Federação e de seus 71 sindicatos no enfrentamento às reformas neoliberais.

FERNANDÓPOLIS EM AçÃO

A unidade de Fernandópolis, uma das mais ativas do Estado de São. Paulo também esteve presente nas deliberações. Sob o comando da presidente Rosana Alarcon, o Sincomerciários de Fernandópolis seguirá as prerrogativas da federação e ampliará o auxilio e orientação aos seus associados sobre as novas relações entre patrões e empregados que passarão a valer daqui a 30 dias.

GOVERNO DIVIDIDO

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O deputado federal, Arnaldo Faria de Sá, abriu o segundo dia do Congresso Sindical Comerciário: “Quem vota contra o trabalhador vota contra a sociedade. Sou testemunha do empenho do presidente Motta contra a reforma trabalhista, a lei da terceirização e a reforma da previdência. O Motta é um grande representante do trabalhador brasileiro.

RESISTIR, REAGIR E REORGANIZAR

O 4Cantos conversou com exclusividade com o presidente do Fecomerciários , Luis Carlos Motta sobre a fase que os sindicatos e os trabalhadores brasileiros irão encarar no mês de novembro e que mudará as relações de trabalho no Brasil.

 

APOIO E INFORMAÇÃO AO TRABALHADOR

Resumo das deliberações, que podem ser conferidas na íntegra no www.fecomerciarios.org.br.

Para obter reajustes salariais maiores, centrais e sindicatos de várias categorias estão se unindo nas negociações das campanhas salariais neste segundo semestre. As entidades negociam ainda cláusulas sociais que contempla regulamentação das férias e as condições de trabalho das gestantes, itens polêmicos da reforma trabalhista, que também acabará com a chamada ultratividade das convenções coletivas. Metalúrgicos, bancários, petroleiros e químicos, entre outros, estão unidos para atenuar os impactos da reforma por meio das convenções coletivas, que também devem abordar outro ponto da reforma que prevê a prevalência do negociado sobre o legislado. Para o dia 10 de novembro, véspera da entrada em vigor da reforma, está prevista a realização de protestos em todo o País
1 – É responsabilidade dos dirigentes reorganizar nossos sindicatos para, unidos, reagir e resistir às reformas.
2 – Negociações coletivas devem se constituir como instrumento de luta para conter a aplicação da Lei 13.467.
3 – Temos como missão recorrer a todas as instâncias da Justiça do Trabalho contra a reforma trabalhista.
4 – Nossa comunicação deve conscientizar trabalhadores e a sociedade sobre as perversidades das reformas.
5 – Sindicalizar é palavra de ordem e nossa obrigação, estimulando os sócios a participar mais dos sindicatos.
6 – Criação da Jornada Comerciária de Lutas para barrar os efeitos nocivos das reformas trabalhista, previdenciária e a terceirização.

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