Início Zona Sul Justiça nega novamente, liberdade ao ex-prefeito de Fernandópolis

Justiça nega novamente, liberdade ao ex-prefeito de Fernandópolis

s quatro ministros que compõe a quinta turma do STJ – Superior Tribunal de Justiça – rejeitaram na terça-feira, 9, o agravo regimental – recurso judicial que pede a revisão, pelo colegiado, de uma decisão monocrática – que havia arquivado um habeas corpus dado ao ex-prefeito de Fernandópolis, Luiz Vilar de Siqueira.

A decisão, proferida há mais de um ano, impedia a prisão de Vilar. Em agosto, o relator do caso – ministro Ribeiro Dantas – extinguiu o HC e cassou a liminar.

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Comandada pelo famoso criminalista Alberto Zacharias Toron, a defesa do ex-prefeito apresentou o recurso com a tentativa de tirá-lo da prisão.

Eles alegam que a sentença que o condenou a mais de 13 anos de prisão permitia que ele recorresse em liberdade até o “trânsito em julgado”, quando não há mais recursos disponíveis. Os argumentos, no entanto, não convenceram os ministros.

A PRISÃO

Polícia Civil prendeu o ex-prefeito de Fernandópolis (SP), Luiz Vilar de Siqueira, no último mês, na casa de sua irmã, em Bertioga, no litoral paulista enquanto sai apar aalmoçar. De acordo com a polícia, ele foi condenado a 13 anos de prisão por praticar o crime de falsidade ideológica em 2009, ainda quando prefeito.

Ele foi condenado depois que o Ministério Público o acusou de utilizar máquinas da cidade em um evento particular. Quando questionado, Vilar teria assinado um decreto com informações falsas.

Ele segue detido no presidio de Tremebé juntamente com o genro, o médico Luis Henrique Semeghini, condenado por matar a ex esposa com 7 tiros em 2000

TODO MUNDO EM CASA

Assim como o fator idade deve favorecer o ex-prefeito que já tem 71 anos a pouco está a dia no sistema prisional deve ser Garantido e ele deverá cumprir prisão domiciliar em breve.

O mesmo deve acontecer com seu genro o médico Luiz Henrique Semeghini. Ele deverá deixar a cadeia já no próximo ano devido a demora no julgamento e o trabalho desenvolvido pelo médico durante sua estadia na prisão.

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