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Justiça de Fernandópolis usará imagens e video em Julgamento de Tentativa de Homicidio

A justiça de Fernandópolis deve utilizar de recursos audiovisuais das câmeras de segurança de uma residência durante o julgamento de uma tentativa de homicídio simples feito em Fernandópolis anos atrás

Segundo informações do Ethosonline, O juiz da segunda Vara Criminal de Fernandópolis, Vinicius Castrequini permitiu que acusação contra o representante comercial José Custódio de Oliveira, suspeito da autoria de uma tentativa de homicídio contra o segurança Sérgio Mansur Cury feita em 2014 possa ser usada como prova no julgamento

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Nas imagens estão registradas ação do até então suspeito, José Custódio, de invadir a casa e disparar três tiros contra a vítima.

Segundo os autos, ele se dirigiu até a casa do segurança, no bairro Morada do Sol, em Fernandópolis e praticou a tentativa de homicídio. O crime aconteceu na tarde do domingo,18. Quando abriu a porta, Rocha pediu para Custódio a atenção para uma conversa. Em vão. Disparou três tiros. Custódio tentou disparar dois tiros contra a ex, mas o revolver não engatilhou.

Cury mantinha um relacionamento com a ex de Custódio, a cabeleireira Cláudia Iris, falecida em um acidente automobilístico em  agosto 2014. A cabeleireira estava com separação de corpos a mais de 2 anos e segundo a acusação, Custódio não admitia o fim do relacionamento.

Custódio seguiu em liberdade provisória, porém atendendo as medidas cautelares como proibição de se ausentar da cidade por mais de 8 dias, recolhimento domiciliar no período noturno, e a proibição de aproximação da vítima ou por qualquer outro meio de comunicação. No início de setembro de 2015, a Justiça de Fernandópolis concedeu relaxamento de prisão a José Custódio principalmente porque no dia 23 de agosto de 2014 a única testemunha do crime sua ex-convivente a quem se atribui o toda motivação acabou falecendo no acidente.

Na época a justiça entendeu que denunciado não apresentaria nenhum tipo de periculosidade pois não esquenta passagens criminais. Esse é o único elo entre a vítima sua ex-companheira estava falecida

A justiça ainda não marcou o julgamento

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