Início Zona Sul Fiscalização contra o Mercado da Morte em Fernandópolis

Fiscalização contra o Mercado da Morte em Fernandópolis

Segundo o Prefeito André Pessuto, é preciso  ficar atento para possíveis irregularidades, como a compra e venda de terrenos por terceiros, que é vedada por lei. Com a falta de vagas existentes nos cemitérios é preciso um levantamento e um cadastro dos proprietários para que esses jazigos permaneçam na legalidade e é justamente isso que as equipes começaram a traçar nos próximos meses

Em virtude da futura falta de vagas, já que todos os terrenos estão em posse de terceiros, e não mais da própria Prefeitura que somente comercializava os terrenos mediante o atestado de óbito em concordância com a lei municipal que proíbe a comercialização em vida, casos de venda de terrenos já foram denunciados.

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O “mercado da morte” que se instalou em Fernandópolis já chegou a ser comparado com o serviço imobiliário visto a grande valorização dos terrenos fúnebres comercializados pelos proprietários. De acordo com informações extraoficiais um jazigo, nas chamadas “áreas nobres”, com espaço de seis gavetas chega a custar R$30 mil nas mãos de particulares.

Na região noroeste a média é de R$400 o que chama atenção é que em Fernandópolis o Decreto no 6.146/2010 veda a disponíveis comercialização de jazigos em vida. Ou seja, embora de ainda haja túmulos no Cemitério da Consolação e Cemitério da Saudade, a Prefeitura já não está mais em posse de nenhum deles. Assim, o Poder Público e a Câmara devem apurar como todos eles foram parar nas mãos de terceiros que agora lucram com o chamado “mercado da morte”.

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