Início Zona Leste Ex presidentes são condenados a devolverem dinheiro a Fundação Educacional de Fernandópolis

Ex presidentes são condenados a devolverem dinheiro a Fundação Educacional de Fernandópolis

A Justiça definiu que a Fundação Educacional de Fernandópolis deve ser ressarcida em R$ 2,5 milhões, pelos ex-presidentes Luiz Vilar de Siqueira e Paulo Sérgio Nascimento e outros.  Eles foram condenados por improbidade administrativa e terão que devolver essa quantia a Fundação.

 

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Segundo a Justiça, esse dinheiro foi desviado quando o ex-prefeito era presidente da entidade e Nascimento era seu procurador jurídico. A fraude é fruto de um contrato de serviço – num valor bem acima dos praticados – de uma empresa e que nunca foram prestados.

Esse é apenas um dos casos de fraude registrados durante a passagem do ex-prefeito de Fernandópolis e sua sucessão pelo advogado Paulo Nascimento na FEF

Na ação, o MP pediu a condenação de todos os envolvidos (pessoas físicas e jurídicas) ao ressarcimento dos danos causados, pagamento de multa civil, suspensão dos direitos políticos, perda dos cargos públicos que eventualmente ocupem, e proibição de contratar com o poder público ou dele receber benefícios.

A MINA DE OURO NA FEF

Além desse, outros golpes e negociatas foram registrados na FEF. Os ex-presidentes chegaram a serem detidos durante as investigações

O golpe envolvia uma operação supostamente fraudulenta entre a instituição e uma usina açucareira de Alagoas. A fraude envolveu também a compra de títulos de crédito da usina, que foram adquiridos pela FEF por intermédio da Abraci e seriam usados para o abatimento de dívidas da fundação com a Receita Federal.

Segundo as investigações, os títulos chamados de “podres” e não tinham nenhum valor, mas mesmo assim foram pagos antecipadamente pela FEF e repassados a  Receita Federal para o abatimento de dividas.

A PF verificou que os títulos não tinham nenhum valor por essa razão, multas e juros foram adicionados a dívida da instituição causando um dos maiores colapsos financeiros já registrados pela entidade, levando a quase extinção dos serviços prestados em Fernandópolis.

A Decisão será dada pelo juiz Arnaldo Luiz Valderrama, da 3ª vara criminal de Fernandópolis

OPERAÇÃO VULPINO

Outra operação deflagrada na instituição que segue em investigação, teria relação aos números de bolsas do programa autorizado pelo governo e nem todas preenchidas. As autoridades suspeitam que hajam beneficiadores inferiores e que as entidades em todo estado de São Paulo estariam recebendo do programa sem a matricula de alunos

 

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