Início Zona Norte Desembargador nega pedido da defesa para novo júri de Jarbas

Desembargador nega pedido da defesa para novo júri de Jarbas

O desembargador Alberto Anderson Filho da Sétima Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, conheceu recurso manejado por Rodrigo Marcos Sampaio para diminuir sua pena para 16 (dezesseis) anos, 7 (sete) meses e 3 (três) dias de reclusão e aos recursos interpostos por Ronaldo Henrique Mota Barbuglio, Jarbas Alves Teixeira e Sulei Longo Teixeira, os recursos de apelações foram negados.

“Consolidado o entendimento do Supremo Tribunal Federal, em sessão plenária de 05 de outubro de 2016, daquele que prevaleceu no HC n. 126.292/SP, Rel. Min. Teori Zavascki, no sentido de que, exaurida a possibilidade de tramitação de recursos em segunda instância, ainda que pendentes recursos especial e extraordinário sem efeito suspensivo, possível a determinação de início imediato do cumprimento da pena, determino a expedição de mandado de prisão depois de decorrido o prazo para interposição de recursos ordinários contra a presente decisão”.

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O CASO 

No ano passado, o Tribunal do Júri de Fernandopolis condenou os quatro réus, acusados de cometer atentado contra um médico da cidade, por tentativa de homicídio e, se somada, a pena dos quatro passa de 55 anos de prisão. O crime ocorreu em junho de 2013, quando armaram uma emboscada para o médico Orlando Cândido Rosa, que chegou a ser baleado.

O médico, vítima do atentado, foi baleado quando fechava o portão de casa. Ele ficou internado em estado grave, mas se recuperou.

O médico Jarbas Alves Teixeira, acusado de planejar o crime, foi condenado a oito anos e dez meses e a mulher dele, Sueli Longo Teixeira, deve cumprir dez anos e oito meses de prisão. Rodrigo Marcos Sampaio, que foi contratado para matar o médico, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão, enquanto Ronaldo Henrique Burbuglio, que teria tramado a emboscada, foi condenado a 20 anos. Todos em regime fechado.

As investigações indicaram que Jarbas e a mulher planejaram matar o amigo depois de receber cartas e ligações telefônicas ameaçadoras em nome de Orlando, mas a polícia descobriu que quem fazia as ameaças era o motorista da família, Ronaldo Burbuglio.

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