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Com a Dengue em baixa, Fernandópolis se prepara encarar a proliferação de outra doença grave

A quantidade de casos de dengue em Fernandópolis continua baixa, em 2017 a Secretaria Municipal de Saúde confirmou até o momento sete pessoas com a doença, o problema é que mesmo com o tempo seco, os agentes de controle de vetores têm encontrado larvas do mosquito, especialmente nas áreas internas das residências. Já a Chikungunya tem preocupado um pouco mais, pois dos 24 exames já realizados, cinco tiveram resultados positivos para a doença, sendo um no mês de abril, um em maio, um em junho e dois em julho.

Por outro lado os problemas envolvendo a leishmaniose aumentaram. Por isso Fernandópolis aumentou nos últimos meses os cuidados com relação à leishmaniose e tem realizado ações preventivas como palestras e capacitações com os profissionais da área de saúde e exames em animais nos bairros próximos à Vila Veneto, onde houve a primeira confirmação da doença em humano na cidade, no mês de junho.

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Além do primeiro caso em humano, o Centro de Controle de Zoonoses já confirmou neste ano, 21 cães com leishmaniose. Em 2016 foram 53 animais diagnosticados com a doença.

ANIMAIS DOMÉSTICOS SÃO VETORES DA DOENÇA

A leishmaniose visceral é uma doença grave, causada por um parasito transmitido para pessoas e cães por meio da picada de um inseto muito pequeno, conhecido como mosquito palha. Esse mosquito costuma picar ao entardecer e durante a noite.

No ciclo da doença o inseto pica um cão doente – portador do parasito – e depois pica uma pessoa saudável, que também pode desenvolver a doença. Sem o inseto, não há transmissão da leishmaniose. Então a melhor prevenção é evitar a proliferação do mosquito palha. As fêmeas põem seus ovos na terra úmida, sombreada e com acúmulo de folhas, frutos e fezes de animais e isso dá início à proliferação do vetor.

Medidas preventivas

Cada cidadão deve limpar diariamente quintais e jardins, recolhendo todo material orgânico do chão (fezes de animais, folhas, frutos etc.). É nesse material acumulado que as fêmeas do inseto põem seus ovos e geram uma grande quantidade de novos mosquitos que irão transmitir a doença para pessoas e cães.

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