Início Zona Norte Confissão de empresário confirma atuação de quadrilha na Fundação Educacional de Fernandópolis

Confissão de empresário confirma atuação de quadrilha na Fundação Educacional de Fernandópolis

Deve sair ainda nesta semana a decisão da justiça de Fernandópolis em aceitar a terceira denúncia criminal com base nas investigações da Polícia Federal sobre as fraudes detectadas na Fundação Educacional de Fernandópolis . Após a confissão do empresário Elair José Osório,  – que presidiu a Abraci  – de que que havia ficado com R$ 150.000 dos 3 milhões desviados da FEF no golpe, a Justiça agora pode indiciar 8 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha falsificação e uso de documentos falsos

Entre os envolvidos estão os ex-presidentes Paulo Sérgio Nascimento e Luiz Vilar de Siqueira além de outras 6 pessoas acusadas formalmente.

-- continua depois da publicidade --
-- continua depois da publicidade --
-- continua depois da publicidade --

O golpe envolvia uma operação supostamente fraudulenta entre a instituição e uma usina açucareira de Alagoas. A fraude envolveu a compra de títulos de crédito da usina, que foram adquiridos pela FEF por intermédio da Abraci e seriam usados para o abatimento de dívidas da fundação com a Receita Federal.

Segundo as investigações, os títulos chamados de “podres” e não tinham nenhum valor, mas mesmo assim foram pagos antecipadamente pela FEF e repassados a  Receita Federal para o abatimento de dividas.

A PF verificou que os títulos não tinham nenhum valor por essa razão, multas e juros foram adicionados a dívida da instituição causando um dos maiores colapsos financeiros já registrados pela entidade, levando a quase extinção dos serviços prestados em Fernandópolis.

A Decisão será dada pelo juiz Arnaldo Luiz Valderrama, da 3ª vara criminal de Fernandópolis

OPERAÇÃO VULPINO

Outra operação deflagrada na instituição que segue em investigação, teria relação aos números de bolsas do programa autorizado pelo governo e nem todas preenchidas. As autoridades suspeitam que hajam beneficiadores inferiores e que as entidades em todo estado de São Paulo estariam recebendo do programa sem a matricula de alunos.

COMPARTILHE