Início Geral Deputados abusam do cinismo para defenderem Temer

Deputados abusam do cinismo para defenderem Temer

Primeiro a discursar no debate sobe a aceitação da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) defendeu o presidente, disse que o conhece há 35 anos e afirmou confiar em sua honestidade.

 

“Conheço Michel Temer há 35 anos, e 35 anos de convivência não dá para a gente se enganar”, disse.  Esse homem correto, decente e honesto está sendo acusado de maneira absolutamente imprópria”

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Maluf foi condenado pelo STF em maio deste ano por lavagem de dinheiro. A pena foi fixada pela primeira turma da Corte em 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, além perda do mandato do parlamentar e multa de mais de R$ 1,3 milhão. A pena ainda não foi executada.

O ex-prefeito foi o primeiro parlamentar a discursar na fase de discussão da denúncia na CCJ. Em sua fala, ele disse ser o mais antigo homem público em atividade no país, com 50 anos de atividade.

Deputado dos confetes’


Wladimir Costa exerce seu quarto mandato na Câmara e recentemente se destacou durante as sessões de votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, quando estourou um rojão de confetes durante seu discurso alegando que o governo do PT dava “um tiro de morte” no coração do povo brasileiro.

O discurso do deputado Wladimir Costa (SD-PA), que fez críticas a diversos colegas de oposição e chamou de “burro” o relator da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), levou a uma breve interrupção dos debates na sessão da comissão desta quarta-feira (12) e provocou bate-boca.

Wladimir chamou o relator Sérgio Zveiter de “burro”, “incompetente” e “desqualificado”, afirmando ainda que sua carreira como advogado estaria arruinada após ele ter defendido que a denúncia contra Temer tenha prosseguimento no Supremo Tribunal Federal (STF).

“O senhor envergonhou a sua categoria. O senhor escreveu um monte de besteira, um monte de bobagem. O senhor é muito ruim como advogado” O presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco, interrompeu Wladimir afirmando que havia limites com relação ao decoro e à educação, e que as ofensas seriam retiradas das notas taquigráficas. “Se as ofensas continuarem, cassarei sua palavra.”

Wladimir voltou a falar em tom exaltado. “Lavem a boca para falar mal de Temer!”

 

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