Início + Lidas Blitzes da Lei Seca se adequam ao comportamento de motoristas de Fernandópolis

Blitzes da Lei Seca se adequam ao comportamento de motoristas de Fernandópolis

O Programa Direção Segura – ação coordenada pelo Detran de São Paulo para a prevenção e redução de acidentes e mortes no trânsito causados pelo consumo de álcool combinado com direção – que autuou dezenas de pessoas em fiscalização da Lei Seca na cidade de Fernandópolis, deve continuar, dessa vez mais coordenada.

Um serviço com mais inteligência e em pontos estratégicos já começa a ser desenhado pela Policia Militar e funcionários do Detran para novas incursões em pontos e horários distintos da cidade.

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Foi preciso se readequar pois houve um aumento da frota, ou seja, mais motoristas dirigindo e consequentemente mais condutores embriagados. Hoje, os jovens estão ingerindo bebidas alcoólicas cada vez mais cedo. Um jovem que começa a beber na adolescência não vai mudar sua conduta depois que pegar a CNH e a iniciativa é justamente mapear esse tipo de comportamento.

“Cinco ou seis latinhas”

arte_bebidaXdirecaoQuem é pego dirigindo sob o efeito de álcool paga multa no valor de R$ 1.915,40, pode ter a CNH suspensa e responde a processo. Mas esses não são os principais prejuízos para o condutor. O primeiro efeito que a bebida causa é a perda da inibição, ou seja, o motorista fica mais ousado e realiza ultrapassagens mais agressivas, além cometer excesso de velocidade, condutas que causariam acidente mesmo se ele não estivesse embriagado.

É por isso que hoje em dia o nível de embriaguez que mais mata no trânsito é o do motorista que bebeu de quatro a cinco latinhas de cerveja. Nesse caso, a família acredita que ele não vai oferecer risco e acaba permitindo que dirija. A ideia é formar parcerias com diversos  órgãos da iniciativa púbica e privada para conscientização desses condutores.

OUTRAS FORMAS

Os serviços de táxis na cidade são extremamente destoantes. Sem que haja uma regulamentação ou fiscalização dos taxímetros por parte do sindicato da categoria, as cobranças da grande maioria dos taxistas não seguem os padrões definidos pelo IPEM – Instituto de Pesos e Medidas.

Desta maneira, a alternativa do fernandopolense para aproveitar o entretenimento na cidade fica restringida. Quem irá sofrer com isso são os bares e restaurantes que acabarão sentindo os efeitos assim que as blitzes começarem a intimidar quem anda por ai com 5 ou 6 latinhas na “cabeça”.

 

 

 

 

 

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