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Ana Bim precisa do apoio de 9 vereadores; ex-prefeita ainda afirma que insistirá na carreira politica

Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara se reúne na terça-feira,3, para decidir sobre o parecer do TCE/SP – Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que reprovou as contas da ex-prefeita Ana Bim referentes ao exercício de 2014.

 

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O presidente da Câmara Étore Baroni garantiu que não haverá cerceamento de defesa a ex-prefeita. “Todo prazo para a defesa será garantido”, afirmou. A prefeita Ana Bim poderá se defender em dois momentos: por escrito após o parecer da Comissão de Finanças e na sessão de votação, com sustentação oral.

Para modificar o parecer do Tribunal de Contas a prefeita vai precisar do voto de dois terços dos vereadores, isto é, nove.

DESTINO DE ANA BIM

A Câmara Municipal de Fernandópolis confirmou que o decreto legislativo que trata da rejeição das contas da ex-prefeita Ana Bim será colocado em votação na sessão de hoje.

Ana Bim foi notificada e poderá usar a tribuna para a defesa, porém ainda não se sabe se a ex-prefeita irá até o Palacio 22 de Maio. Desde 2016 a ex-prefeita luta para tentar reverter o parecer do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, mas perdeu no julgamento do Tribunal Pleno que considerou as razões apresentadas por Ana Bim como “insuficientes para modificar a situação desfavorável dos autos”. Ela sofreu nova derrota em agosto quando foi ao tribunal para pedir o reexame das contas.

 

INCHAÇO DE FUNCIONÁRIOS APÓS A DERROTA NAS ELEIÇÕES

O TCE anotou entre inúmeras irregularidades, muitas por repetição, isto é, apesar dos alertas da Corte, as irregularidades se mantinham.  Dentre as muitas irregularidades apontadas está a contratação de inúmeros funcionários para Frente de Trabalho logo após as eleições, fator esse que acabou criando um inchaço na folha de pagamento e a responsabilidade de demissões no colo do atual prefeito André Pessuto.

O Tribunal também anotou que a  edição de decretos de abertura de créditos, transferências, remanejamentos e transposições de recursos sem autorização legislativa, era sinal de  “insuficiência no planejamento orçamentário, em dissonância com o princípio da responsabilidade na gestão fiscal”.

A EX PREFEITA AINDA NO PÁREO POLITICO

Bim afirmou ainda que discorda do acórdão do TCE, e ainda afirmou também que a reprovação ou não de suas contas na Câmara não interfere em seus direitos políticos, já que os motivos que ensejaram a rejeição não incidem em nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na legislação eleitoral.

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